domingo, 7 de fevereiro de 2010

73.

(não disponível)



Lembro-me de ser criança e de, todas as noites, ao deitar, a oração ao anjo da guarda ser um ritual obrigatório, antes do aconchegar dos cobertores ao corpo e do beijo. Lembro-me dos cheiros e dos sabores de então e das casas que entretanto deixei para trás...
E tenho saudades da inocência da infância, de ti, de ti e de ti também e desses tempos...

6 comentários:

Socrates daSilva disse...

As saudades do tempo de infância são das melhores. São do tempo em que essas pequenas coisas que referes marcam para o resto da vida...
Abraço!

P.S.- O teu trabalho está magnifico. Condiz com a lembrança desses tempos.

altar disse...

Curiosamente, com a constipação com que me encontro, veio também um cheiro que já não sentia desde esses tempos: o do vicks vaporub!
Obrigado pela tua constância, amigo filósofo.

petroy disse...

vaporub cravado na memória ! subscrevo ;) (as melhoras)

e as flores são de que material?

abraço

petroy

altar disse...

As flores, estas, são de uma espécie de massa que não sei identificar mas que ganha gorgulho como se fosse farinha... Há também outras, as rosas, de uma espécie de feltro, muito fino.

Zoninho disse...

também me lembro disso tudo e também me vêm as saudades desses tempos e desses cheiros. e das pessoas também.

altar disse...

Pois... É uma sensação estranha esta... Mas boa. Sinal que os que já partiram se mantém vivos em nós e connosco continuam a fazer o caminho.